sábado, 10 de janeiro de 2015

Validade vencida, Felice Fawn, um texto emotivo, photoshop (e umas fotos da Mila Mortice que eu achei por ai)

Você se lembra dessa mulher?
(o peito dela bugou? Olha, tem algo de errado com essa foto ou é impressão minha?)


Num passado próximo todo mundo "pagava pau" (puxa-saco) pra ela... Quase todas as minhas amigas do Facebook que eram "AnayMia" compartilhavam ou tinha as fotos dela em algum álbum
Ela tinha se tornado um tipo de "anjo intocável" que se você ousasse falar mal dela levava "facada" na mesma hora 
Aos poucos eu vi as fotos dela sumindo em posts e blogs até nunca mais ouvir falar dela... Então esse dias eu decidi ler uns artigos da  imortal "encyclopedia dramatica" (que é bem melhor que a versão brasileira... A versão brasileira só é zuera... A norte-americana é uma zuera seria que dependendo do artigo vale a pena ler se você não tem problemas contra "ironia acida")
...
Tudo pelo "LULZ"
...
Dentro de uns dos artigos eu encontrei um link para a pagina de uma das celebridades que eu falei aqui, a pagina estava abandonada, a ultima atualização de dramas foi no inicio do ano passado, foi ai que eu comecei a lembrar de todas a celebridades daqui... E me deparei com a realidade... Que eu simplesmente joguei tempo fora já que ninguém lembra de quem elas são...


Eu sabia que isso iria acontecer, mas eu não sabia que tão cedo e meus 15 minutos de postagem foram jogados fora...
Eu sei que tem gente que ainda gosta dela, mas "só gosta" mesmo, "amor incondicional" e os "exércitos pessoal" dela desaparecerão da face da internet 

Nessa eu fui tenta pesquisar um motivo e eu vi que muitas coisas mudaram no tempo que eu fiquei fora... Meio que prova que o tempo na internet corre mais rápido do que na vida real...


O site/blog dela mudou, mudou se o foco também... e ela andou excluindo muitas coisas como videos e fotos mais antigas... (As vezes é sinal de que ela vai mudar de persona... Como o Furby... Sabe?)

Ela não é mais o foco entre discussões no Tumblr (já foi sim), e sobre os blogs "haters" sobre ela: a maioria parou e a outra parte agora esta postando sobre outras pessoas...


Ai um pessoal manda menda mensagem pra mim falando "segue o seu tempo: posta sobre outras pessoas" PRA QUE!? Pra daqui uns 6 meses não valer mais nada?? (Agora só postarei sobre celebridades que estarem passando golpes... Para ajudar em denuncias e alertar o pessoal)
E eu sempre pego as historias pela metade, ai quando eu decido posta já esta no fim, ai não tem graça

...
E nessa fico só pensando nos fans que me perseguiram por um tempo pensando em me derrubar por causa de pessoas que esqueceram tão facilmente (não estou só falando só de Felice, porque FElice ainda existe na internet, tem pessoas que desapareceram) 
Isso se encaixa no que eu falei aqui ... Crianças que gostam de qualquer coisa e esquecem tão facilmente... #fato

E aquele fórum do "pretty ugly little liar" ESTA "MORRIDO" gente (na minha opinião), serio... na boa daqui um tempo a atividade para, já pode até pegar uma pá e tacar um pouco de areia em cima pra adianta o trabalho do enterro... por que já está num pé no cemitério 
(abandonei o fórum depois que uns usuários foram rudes comigo... Me deram "patada" do nada... O pessoal de lá é um tanto "FDP" (filho da puta) mesmo

Mas se auguem quiser ler eu trouxe umas coisas velhas que eu achei interessante... Bom para poder refletir um pouco sobre a vida...



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Felice Fawn e um motivo para ser má
(primeira postagem sobre Felice aqui)
Essas e-celebridades enquanto podem "passam a perna" em quem esta na frente, elas enganam, machucam, ofendem e até roubam... E depois se escodem atrás dos seus fans cegos... Covardia? Não, os fans dela dizem que é apenas esperteza... Ok então

Felice fez muita coisa... Muita coisa mesmo... Até hoje aplica uns golpes quando pode



(vender peças usadas)
















(Vendendo peças que não é dela)... E isso é bizarro
E etc...
(Calote?)

Mas entrando na logica... Com se ganha dinheiro sendo celebridade da internet? Como se vive disso?

Mas... As vezes uma pessoa se torna... digamos que... "não tão boa" devido algum trauma do passado...
Muitas pessoas não tem um bom relacionamento com a família e acabam descontando isso no mundo... acham que o mundo "deve" para elas ou que o mundo tem algum problemas contra elas então se tornam rude e inseguras
(não precisa acreditar em mim, eu não sou psicologa, apenas observe as pessoas que são rudes, elas tem problemas familiares e acabam se tornando rudes para disfarças suas inseguranças...)

Ai eles ficam "pagando de fodão", rebelde, selvagem...
muita gente na vida real faz isso, sabe aquela menina que diz que faz sexo com vários caras, que começou a fumar cedo, que faz drama facilmente... provavelmente os pais deram excesso de amor e pouca educação ou muita educação rígida e falta de atenção (ou viram as costas e mandam o filho se fuder)
Ai crescem encarando todo mundo, achando que tem algo de errado nas pessoas... Mas o "algo de errado" esta nelas mesmas... Mas ou não veem isso... ou evitam olhar pois machucar encarar certos fatos...

Na internet é mais fácil fazer isso, isso te dá a possibilidade de "recriar" historias
(já falei sobre isso aqui)
na internet não tem esse "cara a cara", não tem como você olhar para alguém e ver seus sentimentos em tempo real...
Mas na internet uma hora ou outra a macara cai
(aqui)

Então... Voltando ao assunto dai de cima...
Eu achei umas coisas do blog antigo dela que explicam talvez o porque dela ser assim:
Todo mundo sabe que ela já foi "Pro-Ana"


Hoje em dia ela se diz contra isso... mas muita gente diz que ela é hipócrita... Mas eu não sei...

Esse era o antigo blog dela:
Que foi excluido...

Nele tinha esse texto dela falando sobre a historia dela... Deite para chorar:
(tradução para o português não pode estar 100% correta)
(a tradução ficou uma merda, deixei o original logo abaixo... Se você é de fora do Brasil ou Portugal sugiro que pegue o texto original)
(original logo abaixo da tradução)

Sobre mim:

Mára aurë. Meu nome é Jade Rose. Eu sou uma jovem menina nascida e criada na Inglaterra. Bem falada, mal educada, e gosta muito de arte e da literatura. Eu poderia me apresentar por meio de uma descrição física prolongada e vários fatos sobre minha natureza e personalidade, mas parece tão clichê, e é claro que iria contra o objectivo de estar no anonimato, então ao invés disso eu vou contar a minha história.
Eu nasci em uma família amorosa, financeiramente seguro, completa, com dois conjuntos de avós casados, tias e tios de ambos os lados. Eu era a primeira filha, a preciosa e minha presença e saúde eram adorados. Minha mãe era muito bonita [..]. Ela era um como diamante e então vivendo a vida de uma esposa amada com um status e reputação inabalável ao longo dos anos[...]. Meu pai era o equivalente, o macho alfa com  olhos verdes oceano. Ela tinha histórico familiar mais positiva e ele o oposto de minha mãe: Com histórias de abuso de drogas, pequenos crimes e violência [...]
Nós vivemos em uma bela casa situada na periferia da Inglaterra, e meu pai fez negócio em tempo integral ao lado de seu pai, dedicada a apoiar a família. Sua ética de trabalho eram feroz e rapidamente resultou em luxo. Logo fomos para uma casa ainda maior, propositalmente localizado próximo aos meus avós do lado do meu pai, como eles eram uma linha vital de apoio para a minha mãe em relação ao meu cuidado: Eu era uma criança difícil e não estava preparada, algo que meu fez pai que me marcou até hoje e me afetou muito mais do que eu deixo transparecer.
[..]Eu fui agraciada com a forma dos lábios de meu pai, mas a plenitude de minha mãe, enquanto os meus olhos eram da forma da minha mãe, mas a cor de meu pai.[...] Estética de minha mãe e a natureza de um homem.
Aos cinco anos, minha irmã mais nova nasceu. A partir desse momento eu já não era a preferida de minha mãe, eu não estava ciente disso ainda. Eu inconscientemente comecei a deriva em favor de meu pai, apesar de sua ausência devido ao trabalho [...].Eu era um espírito livre com uma cabeça forte, cheia de confiança [..] Eu comecei a construir um vínculo inquebrável com o meu pai e lentamente comecei a sentir que só era eu e ele contra o mundo.[..].
(esse paragrafo próximo ficou confuso)
Lembro-me de que diate de minha mãe as coisas azedaram[...] A moral de meu pai era sempre tão feroz quanto a sua ética e seu valor, e enquanto ele se esforçou para me ensinar os valores da vida e da importância da responsabilidade, minha mãe promoveu a ideia de me comprar me posses materiais apenas para irritá-lo, e as suas ideias de parentalidade correta entrou em conflito, fazendo com que argumentos cheios de agressão e raciocínio irracional por parte da minha mãe.
Foi quando eu tinha 6 anos de idade que a minha vida mudou de perfeito para infernal [..] Minha mãe traiu meu pai em nossa casa de família com um homem estranho chamado M. [..]. Meus pais logo se divorciaram e me foi dada uma escolha: para ir com o meu pai ou ficar com a minha mãe. Claro, eu escolhi o meu pai![..] Este momento é extremamente simbólico de como minha vida evoluiu a partir deste ponto em diante, como a distância e ódio que se desenvolveu entre eu e minha mãe ao longo do tempo [...] e ela nunca me perdoou, apesar da minha pouca idade.
Mas tive que voltar para o cuidado de minha mãe e para enfrentar a presença do homem que destruiu tudo o que eu sabia. Meu pai deu a minha mãe tudo: a casa, os móveis, o carro, as economias. Tudo para o bem de seus filhos e ele começou a sua vida a partir do zero movendo-se em uma pequena casa suja enquanto trabalhava sozinho..
Ao longo dos anos várias mudanças ocorreram e uma série interminável de eventos aconteceu. M e minha mãe começou a se tornar violento[...]. Nosso carro foi vandalizado e incendiado. Meu pai dirigia M quase o matou. Nós nos mudamos de casa [...] Qualquer distância entre meu pai e eu me apavorava.
A violência só piorou a mais mas seu relacionamento persistiu e minha irma e eu assistimos a uma variedade de coisas violentas que lentamente se tornaram normalidade [...]
Logo que me tronei adulta fui indo embora e simplesmente parei de falar [..] E cuidando de minha irmã como se ela fosse minha própria filha[..]
Neste ponto da minha vida a violência da minha mãe também tinham começado a virar em minha direção. Eu tinha objetos arremessados ​​contra mim, foi espancada com um cabide de metal e geralmente eu levava tapas ela estava frustrada[...]Tornei-me emocionalmente frágil e com medo de coisas básicas ao longo do tempo [...]
Aos 11 anos, eu finalmente fui morar com meu pai [...]. É claro que nada de bom durou no meu mundo, e em uma noite meus pais se enfrentaram e M a espancá-la novamente, tive que chamar a ambulancia[...] Meu pai me deixou novamente com ela [...]
[...] Minha mãe virou alcoólatra.
Minha irmã sempre teve uma ligação estranha com minha mãe. Às vezes eu sentia ciúmes. Eu tinha praticamente criado minha irmã e mantido os olhos e ouvidos dela de distância do inferno e em troca, sou forçado a vê-la crescer em uma rapariga. Então a minha irmã nunca recebeu qualquer tipo de trauma físico ou emocional, então eu tento não sentir muito ressentimento. [...]
Meu pai se casou de novo com uma mulher 13 anos mais jovem do que ele. Eu não tinha permissão para ser uma dama de honra, nem sentar-se à mesa principal com eles ou a minha primeira família. Fui excluida da cerimonia[...]
Quando eu tinha 14 anos, M deixou minha mãe que o substitui por um novo namorado.té o momento eu tinha 14 anos, M tinha deixado, apenas para ser substituído por um outro namorado. Ele tinha um histórico de problemas de saúde mental e violência e ele ostentava várias tatuagens mas logo as historias de violência se repitiram  agora em meus anos de adolescência[...]. Eu tinha descoberto os cigarros e álcool, e eu comecei a abusar ambos regularmente. E aos 16 anos fui morar com um namorado [...]
[...] Minha madrasta me separou do meu pai, eu só queria ter uma família [...]
[...] Ninguém me conhecia além de meu namorado, nem meu pai, nem minha mãe [...] Eles nunca souberam que eu tinha ido ao hospital em um estado de quase morte. [...] Eu gosto assim.
Agora eu estou sofrendo de anorexia nervosa e ainda atormentada [...].Eu não falo com a minha mãe desde fevereiro deste ano, e como a minha história agora começa a se tornar menos detalhada, encorajo-vos a ler o meu jornal desde a primeira página.
Meu nome é Jade Rose. Eu sou um ateu satanista ao grau máximo. [...] (cortei a descrição satânica dela aqui)



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O texto real esta completo e mais detalhado (e complicado de traduzir)


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About me:
Mára aurë. My name is Jade Rose. I am a young girl from England, born and raised. Well spoken, poorly educated, and an avid enthusiast of art and literature. I could introduce myself through a prolonged physical description and various facts about nature and personality, but it seems so cliche, and of course would defeat the purpose of anonymity, so instead I will tell you my history.
I was born into a loving, financially secure family, complete with two sets of married grandparents, aunts and uncles on both sides. I was the first child, the precious gift, and I was worshipped for my presence and my health. My mother was beautiful both aesthetically and seemingly characteristically for the longest time. Five foot seven and a perfect size eight, with thick brunette hair that complimented olive skin and huge brown almond eyes, framed by lashes even a doe would be jealous of. She was a diamond to many and admired by more, popular in her youth and now living the life of a cherished wife, her status and reputation unwavering throughout her years. My father was the equivalent, only six foot five and alpha male with ocean green eyes. He had more positive family history and a less positive personal history, the opposite of my mother, with stories of drug abuse, petty crime and violence circulating him and his cockney relations. Minor details like cocaine use when I was a baby seem significant yet are irrelevant, so forgive me for skipping the fine print.
We lived in a beautiful house situated in the outskirts of a wonderful town in England, and my father did business full time alongside his father, dedicated to supporting the family. His work ethics were fierce and it rapidly resulted in luxuries. We soon upgraded to an even bigger house, purposely located proximate to my grandparents on my father’s side, as they were a vital line of support to my mother in regards to my care; I was a difficult toddler and she was unprepared, something my father echoes to this day and affected me more than I let on.
Family holidays were regular, from generic British camping vacations to the exotic abroad. I developed perfectly and my first few years were my finest. Thick white blonde hair, cut short into a neat bob which only accentuated the mass of it. I was gifted with the shape of my father’s lips, but the fullness of my mothers, while my eyes were the shape of my mother’s, but the colour of my fathers. A perfect blend of two sexes and a prize possession to any budding parent it seemed. I was flaunted by my mother for my aesthetics and by my father for my boyish nature.
At age five, my younger sister was born. From this moment onwards I was no longer the apple of my mother’s eye, I just wasn’t aware of it yet. I subconsciously began to drift in favour of my father, despite his absence due to work. He became novelty, and I began finding myself working hard to impress him even at such a tender age. Being a tomboy meant my interests revolved primarily around nature. I was a free spirit with a strong head, veins full of confidence, and I would spend my days exploring the woodland behind my grandparents’ house, or begging for a hand to hold so I could cross the bridge over the motorway to access the local orchard, a haven full of wonder and opportunity for any dirt digging, tree climbing, fruit picking child. I began to build an unbreakable bond with my father, and slowly it began to feel like me and him against the world, but this only accentuated the accumulating damage within their marriage. I was a carefree spitfire with my father, dressed in bows, floral and lace by my mother, and the clash caused endless tension between them.
I remember my mother vividly before things turned sour, which if anything makes reliving the past more painful. We would bake cakes for the children’s hospice neighbouring our local church. We would spend time drawing Disney, copying from my favourite books. As my sister and I got older, her tendency to snap between emotions abruptly began to escalate and become more and more regular. Small details like snatching my dummy from my lips when frustrated, my most cherished possession, and urgently slicing it in half with the blades of scissors to merely prove a point is one of my first recollections. At the time her inclination to think that bearing gifts resolves bad choices was in fact correct, and over time I became spoilt, the more cluttered my bedroom became with toys, the more evidence was scattered that there were darker issues fighting to surface. My father’s morals were always as fierce as his worth ethics, and while he strived to teach me life values and the importance of responsibility, my mother promoted the idea of buying me material possessions, mainly just to spite him, and their ideas of correct parenting continued to conflict, causing poorly hidden arguments full of aggression and irrational reasoning on my mother’s part.
It was when I was 6 years old that my life abruptly switched from perfect (at least, in a child’s eyes) to Hell. My mother cheated on my father in our family home with a strange man called M, and it was I who heard the alien voice late one night and discovered them. They soon divorced, and on the night that the news was broken to me, I was given a choice; to go with my father, or stay with my mother. Of course, I chose my father, and we packed a few basic possessions and drove immediately to my grandparents house, leaving my baby sister in my mothers care. This moment is incredibly symbolic of how my life progressed from this point onwards, and the distance and hatred that developed between my mother and I over time. It is my belief that my mother was incredibly angry with me for choosing my father, and has never forgiven me, despite my tender age.
I soon had to return home to the care of my mother, and to face the presence of the man who destroyed everything I knew. My father gave my mother everything; the house, the furniture, the car, the savings. Everything, for the sake of his children, and he started his life from the ground up, moving into a small dirty house local to town whilst working alone in an attempt to form an empire for the same of income.
Over the years, various changes took place and an endless series of events happened. M and my mother started to become violent, beating each other physically and tearing through the house like hurricanes as my sister and I would hide ourselves away as best we could on a regular basis. Our car was vandalized and burnt down outside our house. My father purposely drove into M and nearly killed them both. We moved house, many times, until relocating entirely to a village 30 minutes away from my fathers, which terrified me at the time. Any distance between my father and I terrified me.
The violence only got worse the longer their relationship persisted, and I witnessed a variety of things that slowly became normality; vodka bottles being smashed into skulls, blood over walls, faces and arms. Burning smashed light bulbs being held to faces, knives being held to limbs and chests. Blue lights; police and ambulances, regularly visiting to save them from themselves. It was intense, to say the least, and I was regularly taken in by local strangers, spending my youth running barefoot with my sister in my arms to random doors, whether it was winter or summer.
I slowly began to withdraw, and for a year I became a mute; I simply stopped talking. I completely inverted in the rawest way, refusing to tell anyone anything about myself or my life, even my own father, who I became protective over even at such a young age, striving to keep him away from what had become my problems. Looking after my sister as if she were my own daughter, and protecting my father from a life filled with blood and bruises became my purpose and my sanity, and discovering self harm at the age of nine only separated me further. Even though I was an adolescent, I would resent others who openly talked about their problems and received attention for their woes. My mindset was always “just fucking deal with it”, despite tears, terror, and the gripping of teddy-bears in private.
At this point in my life my mothers violence had also begun to turn in my direction. I had objects hurled at me, was beaten with a metal coat-hanger and was generally slapped around when she was frustrated and had no one else to take her intense, irrational anger out on. I became more emotionally fragile and scared of basic things over time. Teachers shouting would leave me shaking and in hysterics, gripping to desks and unable to form sentences. Vacuum cleaners and the clanking of cutlery would induce the same reaction, as cleaning generally equalled frustration, and frustration usually resulted in either physical or some form of extreme mental abuse.
At age 11 I finally moved in with my father, and for a brief period of my life I had revisited heaven. Social services had finally got involved. I had never been able to move to his due to his work commitments and lack of funding for additional care for me, but we made it work, along with help from my grandparents. Of course, nothing good ever lasted in my world, and one evening I skipped towards the door after dinner to respond to a knock I heard, only to pull back the wood and glass to reveal my mothers face, wet with tears and makeup. I remember that moment well, and I always have; it was the moment in which the devil returned to ruin the only good thing I had left, and my father unfortunately brought her story of M beating her again, along with her needing him back in her life, a place to stay, and a re-kindled marriage. It was that night my father left to play his usual sport in town, leaving me alone with her. It was that night I found her hanging from the staircase with a collection of pills at her feet. It was that night I called an ambulance, and to this day, the darkest part of me wishes I never had.
After living with my grandparents for a few months whilst my mother recovered in hospital and my father continued to expand his business, I had to return home to live with my mother again. For the next few years I self harmed viciously, ran from home whenever I had the opportunity just to avoid violence, and in the time inbetween, locked myself away in my room entirely. There were various other incidents where police had to be called, and both my mother and M by this point ended up with a pretty solid criminal record. My mother was also now a full time alcoholic.
My sister always had a strangely unique bond with my mother. They were close, and she was untouchable; my mothers angel. Sometimes I felt jealous, whilst others it merely made me sick. I had practically raised my sister and kept her eyes and ears away from from Hell as best I could, and in return I am forced to watch her grow into a young girl with a close relationship with the witch that burdened us. Then again, my sister never received any kind of emotional or physical trauma, so I try not to feel too much resentment.
My father was eventually re-married to a woman 13 years younger than him. I was not allowed to be a bridesmaid, nor sit at the main table with them or my first family. I was completely excluded from the event, handed over to my Dad’s friends for the day, and I have never felt such heartache, isolation and loss like this in my entire life. I was forced to watch my Papa be taken from me, instead of being offered a place by both of their sides, as part of the family.
By the time I was 14 years old, M had left, only to be replaced with another boyfriend, coincidentally, with exactly the same name, which naturally gave me chills. He had a history of mental health issues and violence, and he sported various tattoos, a large figure, cold light grey eyes and a shaved head. My childhood repeated throughout my teenage years, the only difference being we lived in a different house, and the new boyfriend had different aesthetics. Knives, blood, broken objects, screams, strange houses, strange faces. Repeat. I had however discovered cigarettes and alcohol, and I began abusing them both regularly. Between 14 and 18 years old I was regularly sleeping on sofas and the leaves that coated forest floors, up to my eyeballs in vodka and at that time in particular, a lot of painkillers, marijuana and benzodiazepines. I had found a boyfriend that I moved in with at 16 because the violence at home was too much to handle, but my arms were still split with blades on a regular basis, and my body was regularly limp and cold due to overdose.
I dwell on the past daily. My father was my best friend, my superhero and my rock, and his marriage to my stepmother finally symbolised the solidified distance between us, purposely created by her. It was always her intention to have him for herself, undivided, and believe me when I say this is not a solo, bias opinion. They now live together in a home I am made to feel unwelcome in by her alone, and my relationship with my father, although naturally strong, has deteriorated further than I ever imagined possible. We are each others reflections, we share the same blood, but I now have to fight wars to keep him close. He lives a separate life that I am now hardly a part of, and I spend my time watching from a distance, wishing for a family of my own, or at least for my stepmother to allow me to be a part of theirs. Usually I just wish for my father.
I had been taken to A+E to have my life saved, get stitches and general emergency care more times than I could count by the time I reached 19. I lived a separate life; no one knew me besides my boyfriend, not even my father, nor my mother. Neither of them ever discovered I self harmed or abused drugs and alcohol so severely, and I had managed to somehow hide it for a solid ten years. They never knew I had been to hospital at a state of near death. My father never knew my mother had once ever laid a hand on me. Nobody knew anything about me, and I liked it that way.
Now I am suffering from anorexia nervosa, still plagued with self harming tendancies and the urge to drink and pill away my problems. I haven’t spoken to my mother since February of this year, and as my story now begins to become less detailed, I encourage you to read my journal from page one.
My name is Jade Rose. I am an Atheistic Satanist to the fullest degree. I am all dilated pupil and no iris. I am all vodka and no blood. I am all smoke and no oxygen. I am all sins, anger, sadness and scars.

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Continuando
Então ela cresceu, conheceu a internet, se tornou "prostituta de atenção"
A historia é muito triste, mas eu não sei se é verdade (muita gente inventa ou aumenta historias para se justificar)
Sobre a memoria boa dela... É que muitas crianças traumatizadas nunca esquecem do que aconteceu...


Agora... Eu sei que muita gente passa coisa pior e se tornaram grandes pessoas, as pessoas são diferentes e tem formas diferentes de encarar a vida, tem muita gente que chega a ser abusado sexualmente e cresce e se torna um adulto admirável
Olha o meu Jonathan Davis
Ele foi abusado na infância de todas as formas possíveis, na adolescência e juventude entrou numa banda que adorava bancar os rebeldes que só pensam em sexo, droga e violência (baaaaah, na verdade não é isso, mas as pessoas os viam assim) ... Mas hoje em dia é um adulto responsável pai de 3 lindos filhos na qual dedica sua vida e um musico inclinável... Ou seja, ele virou uma pessoa boa e com muita ética independente de tudo que sofreu 

Talvez Felice mude com o tempo (isso não diz que quem sofreu calote vai ter reembolso ou foi engano vai ter seu pedido de desculpas... haha)

Mas fica como aprendizado... muitas anas se sente no poder de fuder mais com suas vidas porque papai não quis dar o novo Iphone (é serio gente, eu vi muitas revoltas pessoais no Facebook porque os pais delas não queriam dar os mimos)

Fique sabendo que quando você crescer (porque você não vai ser adolescente para sempre) você vai mudar de ideia, mas não vai poder recuperar seu metabolismo, não vai apagar as cicatrizes e nem devolver o respeito de seus pais (e lá na frente você vai querer de volta)
Alem do mais não vai ter a sorte de Felice e Davis de poder ter uma vida artística depois de tudo... É difícil esse raio cair na sua cabeça
...
E lembrando que nada justifica ser um idiota, NADA! Só explica da onde começou a revolta contra o mundo
....
...
...

Mila Mortice
(link do post especial)
Felice só não deixou a "conta na praça" para que os outros paguem, como deixou aprendizes (a historia da maça podre)...
Muitos fans dessas e-celebridades acabam aprendendo a manha... Fans de Valeria gostam de se fazer de gostosa e espiritual (e usam photoshop)... Fans de Dakota Rose gostam de se fazer de inocente e kauai (e usam photoshop)... E as de Felice gostam de se fazer de góticas/satanias/únicas e etc...


Mila Mortice era uma dessas ai que vestia preto e usava photoshop... Porque as meninas jovens de hoje em dia não aprendem o alfabeto inteiro mas photoshop sim, aprende certinho...

O problema da Mila foi que ela ficou famosa muito rápido, diferente das outras meninas que não sabem nada de cultura gótica (mas veem a Felice e acham que ela é a coisa mais Dark da internet) e copiam tudo que ela faz na esperança de ser tão amadas também
...
Ai ela se virou contra o mestre e conquistou se próprio exercito pessoal sendo nada criativa... Ela até pagava de rebelde fumando (sendo menor de idade) e beijando garotas (não a nada de polemico nisso, até porque não a nada de errado nas homossexuais... Mas as pessoas preconceituosas acham que é polemico e da ibope) 
Foi ai que os dramas começaram...
E a menina largou o osso...

Ela começou a copiar uma outra menina (que também não presta)

Ai ela tentou ser original...





Ela agora só existe no tumblr... E ela era uma grande promessa...
Não vejo mais fans dela, nem noticias sobre ela... 

Foi nessa de tentar achar a menina que eu cai em um buraco...

Mila Mortice também usa photoshop (jura?)
Mas... Mais que a Felice!

Olhem:



















Alguma dessas fotos já estão editadas... E as pessoas diziam que ela era mais boita que a Felice....

E ultimamente ela parece com isso:



Só para mostra como o mundo é doido...

Eu achei que ela era real depois daquele vídeo de tutorial Makeup... Porque o vídeo estava em pessima qualidade e tremia muito... Pensei que por causa disso não era possível editar... Esquecendo de todas as historias de Dakota....
Mas pelo jeito da pra editar qualquer coisa



Não sei se já falei isso no blog mas muitas de minha amigas de Facebook estão começando a fazer isso, usando photoshop e excluindo antigas fotos... E se promovendo...
Dá um "medo" porque os programas de edição estão disponíveis para qualquer um, agora não dá para saber se alguém é real ou não é... Já que as meninas estão começando a fazer isso muito cedo não deixando mais provas

Então tome cuidado pois agora não dá para cofiar em ninguém...
...
pqp

10 comentários:

  1. Cara que habilidade impressionante em futucar o passado dessas e-celebridades hahaha
    Tem uma brasileira, a Matita Iazetta, que se autodenomina pirigótica. e revende online artigos comprados no aliexpress, colocando preços 10x maiores(até mais) se aproveitando do status de subcelebridade .-.

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    1. eu sou pior que cachorro policial...

      Obrigada pela informação... Mas acontece que esse tipo de estrategia não é bem considerada como golpe e sim um... Tipo de estrategia pra ganhar mais dinheiro em cima das vendas (é um jeito de ganhar dinheiro na internet)... Eu vou dar uma olhada mas a coisa só toma partida quando alguém se sente mal por alguma coisa que ocorreu... ... ... E sim, fui dar uma olhada nos preços (http://www.cak3.com.br/) realmente são muito "salgados" hehehehehehe

      Obrigada :)

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    2. Com todo respeito essa Matita Iazetta é muito tosca... como alguém vira fa disso? Serio... provavelmente a menina não conhece NADA sobre subcultura gótica e isso chega a dar nos nervos porque suja a ''cena'' de quem realmente curte, com tantas meninas como a Lana Burns , Alexandra black frost, ou ate a norferótika para se inspirar (no estilo ao menos) essas meninas vao babar ovo desse lixo?

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    3. é o seguinte, para as pessoas leigas tudo que tem preto é gótico, dai surgiu o movimento "gótica leve" e simplesmente se misturou tudo, tudo é "urban gótico conceitual", o problema é que não só o que se é gótico se perdeu, mas também muita menina sem personalidade embarcou nessa, e meio que "sujou" o que é realmente gótico... Quando alguém que está acostumado a olhar para as "góticas leves" olha para um gótico real a pessoa assusta ou não reconhece
      Mas quem realmente importa ainda reconhece os verdadeiros góticos, não mistura as coisas, então...
      Sempre tem isso, sempre vai ter alguém para sujar algo, e essas pessoas sempre vão chamar atenção... É uma pena...
      Mas as pessoas realmente góticas nunca vão mudar, sempre terão o seu valor, mas eu entendo a irritação deles e de quem simpatiza

      E não precisa pisar leve, pode meter pau, se alguém te encher o saco me avisa que eu vou atrás, aqui é lugar para desabafar

      Excluir
  2. Bem eu gosto da mentira e sempre gostei, pois a mentira fortalece nossas esperanças querendo ou não precisamos as vezes de mentira para sobreviver.
    Fazer o quê? é a vida.
    Neste Mundo cão que vivemos só sobressai que é esperto e ligeiro, infelizmente é assim Valeria, Dakota rose e tantas outras famosas da web nem julgo mais, se eu fosse uma menina e muito linda e gatinha eu com certeza iria ser pior que prostituta iria fazer o possível para ficar no top, mesmo com mentiras e farsas.

    Sorte Ceci.

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  3. Adorei,gostaria de saber o porque o site dela sumiu !!!

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    1. obrigada por avisar!
      Tudo sumiu, o facebook oficial também!
      Alguma coisa aconteceu e eu ainda não sei!

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  4. Eu acompanhava um Tumblr ainda mais bizarro dela (poucos conheciam). Ela publicava áudios e imagens "do demônio", inclusive publicou um áudio com vozes em português, lembro-me bem. Na época, concordava com o hedonismo (o principal preceito do satanismo moderno) e a maioria dos hedonistas do Tumblr dessa linha mais "radical" (satânica) a via como ícone. Mas, as pessoas mudam mesmo. Eu, por exemplo, não concordo mais com o hedonismo.

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    1. Serio? Pelo que eu segui ela era ateia... Será que ela não fez isso para assustar ou trollar? (porque ela amava fazer isso), ou então ela era, porque pelo que eu sabia e o que os blogs mostravam dela era que ela era ateia...
      Vou procurar para ver se ficou algo disso para traz...

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✵ Sou a favor da liberdade de expressão então se expresse como você quiser ✵

❤ Você pode discordar de mim, pode defender sua ideia, mesmo sendo contraria a minha, mas entenda que é meu blog, e eu vou defender minha ideia até o fim. Eu apenas vou recuar caso tenha percebido algum erro ou equivoco meu. Então essa é sua chance, seja claro e aberto. Todos são bem vindo... Menos pessoas sem emocional para lidar com opiniões diferentes e descem a xingamentos e ameaças ❤

☞ Mas evite ser desnecessariamente rude, pois eu respondo os comentários com o mesmo peso da sua, respeito é sempre bom, você pode discordar de mim, eu não sou dona da razão, mas você também não é. Lembre-se, o blog é meu ☜

♛ Evite por spans, se for para vir comentar que seja porque você tem interesse na postagem e não por auto-divulgação ♛

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